Mato-grossense tem nova chance de trazer medalha das Olimpíadas de Tóquio

Ana Sátila está na semifinal da modalidade Slalon C1 que será na madrugada desta quinta-feira (29/07).
Foto: Miriam Jeske/COB

Ana Sátila, canoísta que representa Mato Grosso nas Olimpíadas de Tóquio, tem mais uma chance de ganhar medalha na competição. Desta vez pela Canoagem Slalom C1, canoa individual. Nesta quarta-feira (28/07), Ana disputou as classificatórias e avançou para a semifinal, que será amanhã, quinta-feira (29/07) às 2h00 (horário de Brasília).

A canoísta também disputou a semifinal da Canoagem K1 Slalom, caiaque individual, fez uma ótima descida, porém no final ela perdeu alguns segundos preciosos e não conseguiu a classificação para a final da modalidade, o que segundo a atleta, está superado. “Fiquei muito feliz com meu resultado hoje. Precisei me superar e voltar muito mais forte depois da minha participação no K1. Hoje eu vim muito mais aliviada, focada. São os últimos dois dias e só quero dar o meu melhor. Quero chegar muito bem aqui amanhã e remar com amor e paixão”.

Com duas penalidades, Sátila fez primeira descida com tempo de 120.56 segundos. Com um desempenho muito superior na segunda descida, Ana Sátila fechou com o 4º melhor tempo concluindo o percurso em 109.90 segundos e apenas um toque na baliza 8. "“Tive vários erros na primeira descida, alguns toques que custaram alguns pontos. O objetivo é remar bem o tempo todo, então consegui me focar muito bem para a segunda descida. Fiz uma análise de vídeo para tentar melhorar e na segunda descida com certeza eu me superei em cada ponto que havia sido ruim. O tempo mostrou isso, eu terminei em quarto lugar e para mim foi uma boa participação”.

Agora, o foco é conquistar a vaga na final do C1. “Estou tentando me desconectar desde que cheguei aqui, concentrada totalmente no descanso e na preparação. Tem dado muito certo. Estou muito orgulhosa e, para amanhã, é continuar fazendo o que tenho feito e colocar o meu foco 100% nestas últimas duas descidas”.

Ana Sátila é natural de Iturama, Minas Gerais, e quando pequena mudou-se com a família para Primavera do Leste no Mato Grosso onde conheceu a canoagem através do incentivo do seu pai, Cláudio Vargas.

 

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